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A lenda do Kraken

O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. Os humanóides que usam o mar e seus navios acabam sendo pegos nesse meio caminho, principalmente pelo fato que os grandes navios perturbam o ambiente e afugentam suas presas. Por esse motivo, os Krakens atacam as embarcações e devoram todos os seus tripulantes. As Lendas dizem que toda vez que um Kraken está para atacar, um grande redemoinho pode ser visto na água, de onde surge o monstro. Porém muitas informações sobre os Krakens não podem ser confirmadas, já que a maioria dos aventureiros que encontram ele, não voltam vivos para contar à história.

O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanóides com uma armadura impenetrável e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.
O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas.
O 1º Barão de Tennyson e poeta inglês, Alfred Lord Tennyson faz uma alusão ao kraken descrevendo-o num poema:

“Sob os trovões da superfície, nas profundezas do mar abissal,
o kraken dorme sempiterno e sossegado sono sem sonhos.
Pálidos reflexos se agitam ao redor de sua forma obscura;
vastas esponjas de milenar crescimento e alturas
e inflam sobre ele, e no fundo da luz enfermiça polvos inumeráveis e enormes
agitam com braços gigantescos a verdosa imobilidade de
secretas celas e grutas maravilhosas.
Jaz ali por séculos e ali continuará adormecido,
cevando-se de imensos vermes marinhos,
até que o fogo do Juízo Final aqueça o abismo.
Então para ser visto por homens e por anjos,
rugindo surgirá e morrerá na superfície”

Fonte: Hunters Legend

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