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Mistérios

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O que se esconde nos “Arquivos Secretos do Vaticano”?

Você já ouviu falar nos arquivos secretos do vaticano? Talvez não, mas se já ouviu, com certeza, ouviu alguma história bizarra por trás. Por exemplo, há quem jure de pé junto que ali se escondem segredos da humanidade como, por exemplo, a prova de que há vida extraterrestre ou de que Jesus Cristo nunca existiu. Mas, na verdade, a explicação pode ser bem mais simples…

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Segundo historiadores, o lugar onde os arquivos relacionados ao Vaticano ficam guardados recebeu o nome de “Arquivos Secretos” por um erro de tradução. Simples assim! O nome original era “Archivum Secretum” que significa algo muito mais próximo de “Arquivos Privados”, ou “pessoais” e “exclusivos”, do que “secretos”. E ali ficam guardados documentos sobre os Papas.

Agora, os documentos guardados ali tem seu valor especialmente porque registram todos os acontecimentos históricos do Ocidente que tiveram relação direta ou indireta com a igreja. E esse segredo, o Vaticano guarda com bastante cuidado.

O lugar se parece com uma biblioteca gigantesca. Sendo mais específico, são cerca de 85 km de prateleiras onde mais de 8 séculos estão devidamente registrados. O lugar foi criado em 1612, mas permaneceu fechado para visitação do público até 1881, quando o Papa Leão XIII abriu o lugar para que estudantes católicos estudassem os documentos. E a regra segue até hoje, se você é estudante, provavelmente terá direito de acessar os documentos.

São vários os documentos e muitos interessantes, como um rolo de 60 metros sobre o julgamento dos Cavaleiros Templários, de 1307, por exemplo. Ou a solicitação de  Henry VIII, em 1530, ao Papa Clemente VII para que seu casamento com Catarina de Aragão fosse anulado.

O Vaticano tem se empenhado para digitalizar os documentos, especialmente os mais antigos, e também ampliar o catálogo aberto ao público.

E aí, deu vontade de conhecer o lugar?

 

Fonte: Supercurioso

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A capela católica decorada com 40 mil esqueletos humanos

Por fora, o Ossuário de Sedlec é um prédio sólido. Essa pequena capela católica, que leva o nome de um subúrbio da cidade tcheca de Kutná Hora, tem janelas no estilo gótico, grossos muros de pedra bege e três torres modestas, com as cúpulas pretas. O jardim é ocupado por um cemitério, e as lápides são ilegíveis para quem fala português.

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Depois de andar entre as árvores simpáticas na calçada, fica difícil de acreditar no que aguarda quem resolve entrar no templo: as paredes e o teto são decorados com mais de 40 mil esqueletos humanos. O maior destaque é o lustre, que, reza a lenda, contém pelo menos um exemplar de cada osso do corpo – da tíbia e o perônio, na perna, ao martelo, a bigorna e o estribo, no ouvido. Outro ponto alto da visita, também esculpido com crânios e afins, é um enorme brasão da família Schwarzenberg – uma linhagem de nobres da Idade Média que até hoje é influente na vida política da Alemanha e da região histórica da Boêmia.

Segundo a história oficial, tudo começou em 1278, quando Otacar II, rei da Boêmia, enviou o abade de Sedlec a Jerusalém. A viagem, na época, era bem mais longa e difícil do que é hoje – então o clérigo fez um city tour completo e aproveitou para passar em Gólgota, uma colina na periferia da cidade israelense que, em línguas latinas, atende por um nome familiar: Calvário. O nome significa “lugar da caveira”, e de acordo com a tradição católica, é ali que Jesus foi crucificado.

O abade não quis ir embora sem uma lembrança, então coletou uma porção de terra da colina sagrada, levou a amostra para a Boêmia em um jarro e a despejou no chão do cemitério local, instalado nos amplos jardins da abadia de Sedlec. Má ideia. De uma hora para outra, todo mundo quis ser enterrado ali. Afinal, não é todo dia que você tem uma chance de repousar eternamente no mesmo solo que Jesus.

No século 14, com a peste negra, o número de pessoas que queriam descansar do lado do Senhor aumentou vertiginosamente. Mais de 30 mil pessoas acabaram em uma vala comum no local. Para pôr ordem na bagunça e dar um descanso católico digno às vítimas da epidemia, em meados do século 15 o os clérigos resolveram construir, no centro do cemitério, o ossário, e em seu topo a capela – mal sabiam eles que o prédio humilde se tornaria tão famoso no futuro.

No época da construção, a aparência do interior era simples e despojada. A ornamentação feita com ossos começou a ser instalada centenas de anos depois, no século 18, pelo escultor barroco Jan Blažej Santini Aichel – que usou os restos mortais para fabricar guirlandas, cálices, candelabros e outros símbolos litúrgicos que apareciam aos montes nas igrejas da época (você não precisa ir à República Tcheca para ver o exagero do barroco de perto: basta uma visita a Ouro Preto, em Minas Gerais).

Aichel inovou, mas não foi ele o responsável pela aparência atual da capela. Mais ou menos 100 anos depois do arquiteto ítalo-boêmio terminar sua obra, a igreja católica saiu do terreno do cemitério, que foi anexado pela já mencionada família Schwarzenberg. Eles não brincam em serviço: pagaram o marceneiro e escultor František Rint para fazer uma reforma – e dar um upgrade na ideia original.

Ele chutou o balde: fez o famoso lustre, e o brasão para agradar seus empregadores. Também assinou o próprio nome na parede (com ossos, é claro).

Hoje a capela é um dos pontos turísticos mais visitados do país. À exemplo das igrejas mineiras, visitantes precisam pagar ingresso para acessá-la – o valor vai todo para manutenção, já que, entre outros problemas, o solo do cemitério é instável e não sustenta mais o peso do edifício. Quem quiser saber mais (e não tiver problema com legendas em inglês) pode ver um documentário sobre a lenta restauração, disponível aqui.

Quanto a aparência macabra, o site oficial garante: a capela, na verdade, transmite paz. Memento mori. 

 

Texto e imagens: Superinteressante

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O misterioso Manuscrito Voynich

Há um tempo, falamos aqui sobre o Codex Seraphinianus, uma misteriosa enciclopédia ilustrada que descreve um mundo fantástico com ilustrações minuciosas em uma língua completamente desconhecida. Mas ele não é o único: existe um outro livro como o Codex, o Manuscrito Voynich que, acredita-se, foi escrito antes. Da mesma forma que o Seraphinianus, o Voynich usa um sistema de escrita indecifrável. Ele teria sido escrito há mais de 600 anos e ninguém foi capaz de decifrar o material – até agora.

Um botânico americano chamado Arthur Tucker diz ter encontrado evidências que podem levar a uma nova linha de investigação para “traduzir” o misterioso manuscrito. Tucker observou que muitas das ilustrações botânicas no livro coincidem com registros do século 16 de plantas encontradas na região que hoje é o México.

A sugestão dele é que o manuscrito tenha sido escrito aqui, na América Latina, e em uma língua da família asteca, o Nahuatl, embora em um código de linguagem ainda desconhecido. A história conta que os Astecas produziram bastante filosofia e literatura, mas a maior parte foi destruída durante as guerras entre colonizadores e nativos. Ao decifrar o nome de algumas das plantas no Voynich, talvez seja possível começar a quebrar o código e mergulhar mais fundo nos estudos na língua Nahuatl.

Claro que é uma possibilidade interessante, mas pode não passar de uma pista. Supondo que o livro seja propositalmente indecifrável, como suspeita-se, e parte de uma “brincadeira” pra intrigar o mundo, o escritor pode simplesmente ter copiado ilustrações de plantas do Novo Mundo para tornar o documento ainda mais misterioso.

Fonte: Revista Galileu

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A lenda do Kraken

O Kraken era uma espécie de lula ou polvo gigante que ameaçava os navios no folclore nórdico. Este cefalópode tinha o tamanho de uma ilha e cem braços, acreditava-se que habitava as águas profundas do Mar da Noruega, que separa a Islândia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atlântico Norte. Os humanóides que usam o mar e seus navios acabam sendo pegos nesse meio caminho, principalmente pelo fato que os grandes navios perturbam o ambiente e afugentam suas presas. Por esse motivo, os Krakens atacam as embarcações e devoram todos os seus tripulantes. As Lendas dizem que toda vez que um Kraken está para atacar, um grande redemoinho pode ser visto na água, de onde surge o monstro. Porém muitas informações sobre os Krakens não podem ser confirmadas, já que a maioria dos aventureiros que encontram ele, não voltam vivos para contar à história.

O Kraken também pode ser visto na mitologia grega como um polvo gigante com membros humanóides com uma armadura impenetrável e que habitava uma caverna submersa. As histórias de Krakens tinham fundamento, tal como muitas outras histórias de seres fantásticos, numa má observação da fauna, no caso dos Kraken provavelmente em ataques de lulas gigantes ou lulas colossais. Um bom exemplo dessa teoria são as sereias, cujos responsáveis são os registos visuais de dugongos e focas de longe, em nevoeiros.
O Kraken era uma criatura tão temida pelos marinheiros quanto as ferozes Serpentes Marinhas.
O 1º Barão de Tennyson e poeta inglês, Alfred Lord Tennyson faz uma alusão ao kraken descrevendo-o num poema:

“Sob os trovões da superfície, nas profundezas do mar abissal,
o kraken dorme sempiterno e sossegado sono sem sonhos.
Pálidos reflexos se agitam ao redor de sua forma obscura;
vastas esponjas de milenar crescimento e alturas
e inflam sobre ele, e no fundo da luz enfermiça polvos inumeráveis e enormes
agitam com braços gigantescos a verdosa imobilidade de
secretas celas e grutas maravilhosas.
Jaz ali por séculos e ali continuará adormecido,
cevando-se de imensos vermes marinhos,
até que o fogo do Juízo Final aqueça o abismo.
Então para ser visto por homens e por anjos,
rugindo surgirá e morrerá na superfície”

Fonte: Hunters Legend

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Como foi decifrada a carta do Assassino do Zodíaco?

 

O serial killer, Zodíaco, enviou quatro cartas cifradas para a imprensa. Apenas uma foi decifrada.

O Assassino do Zodíaco foi um serial killer que aterrorizou a Califórnia no final dos anos 60 e começo dos 70. Ele matou 5 pessoas (e deixou outras duas gravemente feridas) e sua identidade nunca foi revelada. Um de seus traços mais marcantes foram as cartas enviadas por ele para a imprensa. Elas continham um código cifrado e, das quatro, apenas uma foi solucionada até hoje (veja mais abaixo).

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O Triângulo de Michigan

Certamente você já ouviu falar do triângulo das bermudas, mas engana-se quem pensa que esse é o único triângulo misterioso do mapa. No Lago Michigan nos Estados Unidos existe o chamado Triângulo de Michigan. Uma incógnita que permeia a história de desaparecimentos estranhos envolvendo pessoas, aeronaves e embarcações.